No passado dia 13 de fevereiro o 5.º A participou no projeto Coastwatch, monitorizando a orla costeira entre a praia da Carruagem, em Belinho, e a foz do rio Neiva, em Antas. Zona crítica em termos de erosão costeira, foi possível observar as marcas do avanço do mar e recolher dados sobre as características da costa e sobre os principais problemas ambientais que a afetam. Este projeto pretende alertar para os principais problemas do litoral, através da sua observação. A nível europeu é coordenado pela Irlanda desde 1988, e conta com a colaboração de cerca de 23 países deste continente entre os quais Portugal. Todos os anos são cobertos cerca de 10 000km de costa em toda a Europa, através da participação de voluntários, desde os fiordes da Noruega, até às ilhas gregas. Desde o seu aparecimento, o projecto Coastwatch deixou de ser apenas a recolha de informação e monitorização do litoral, para abranger outras áreas desde a consciencialização, educação ambiental ou ao nível da participação pública nas decisões que têm a ver diretamente com o litoral.
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O projeto Escola Electrão, desenvolvido pela Amb3E, desde 2008, sensibiliza os mais jovens para a necessidade do tratamento, de uma forma adequada, dos REEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos). Os Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (EEE) são todos os equipamentos que dependem de correntes eléctricas ou campos electromagnéticos para funcionar corretamente, bem como os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos. Quando estes equipamentos atingem o fim de vida passam a ser considerados resíduos (REEE), devendo ser colocados em locais apropriados de maneira a integrarem um circuito de tratamento ambientalmente correto. Os resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos abrangem assim um vasto leque de produtos incluindo pequenos e grandes eletrodomésticos, equipamentos informáticos e de telecomunicações, bens de consumo como televisores e rádios, equipamentos de iluminação, ferramentas elétricas e eletrónicas, brinquedos e outros equipamentos de desporto e lazer, aparelhos médicos,… Em 2005, dados da União Europeia referiam que mais de 90% dos REEE eram depositados em aterro, incinerados ou valorizados sem qualquer pré-tratamento, possibilitando a libertação de poluentes para o ambiente. Por outro lado, estes dados apontavam ainda para uma estimativa de produção de 17 a 20 Kg de resíduos por habitante e por ano. A Escola Básica do Baixo Neiva participa no projeto Escola Eletrão desde a sua primeira edição, tendo sido premiada em duas edições. Fernanda Garrido
O Clube da Floresta O Bugalho comemorou, no dia 4 de março, o Dia Nacional da Floresta. Depois de cantado o hino do Prosepe, os alunos do 2.ºF fizeram uma visita aos jardins do Poente, das Espécies Autóctones e à Estufa. Carlos Barros
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Os alunos do 3º ciclo participaram mais uma vez nas Olimpíadas do Ambiente, na modalidade “Ambiente à Prova”, que consiste numa eliminatória disputada a nível local, outra a nível distrital e uma Final Nacional. Esta modalidade tem por objetivo específico avaliar os conhecimentos e incentivar o interesse dos alunos pelas temáticas relacionadas com o ambiente. O “mar” foi o tema central, focando as ameaças globais, conservação da natureza, estilos de vida, política ambiental, poluição, realidade nacional e recursos naturais. Os alunos da turma B do 9º ano, Fábio Gonçalves, Tiago Silva, António Sousa e Ricardo Costa foram selecionados para a participação na 2ª eliminatória, tendo obtido os melhores resultados ao nível da escola, na 1ª eliminatória (21, 20, 20, 19 pontos em 30 questões, respetivamente). Fernanda Garrido
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No dia 4 de Novembro de 2011, a turma do 5º A juntamente com o professor de Ciências, Fernando Neiva, foi visitar a Fundação de Serralves para participar no programa Aulas no Parque. Mal chegamos à escola já estava muita alegria e questões á nossa espera. Pouco tempo depois chegou o autocarro que nos iria levar à Fundação. Durante todo o caminho ouviram -se canções cantadas pelos alunos. o tempo passou tão depressa que, quando demos conta já tínhamos chegado a Serralves. Saímos do autocarro e dirigimo-nos à entrada do recinto. Lá, estava um segurança que nos indicou o caminho. Já dentro da Fundação veio ter connosco um senhor chamado Fernando, que ia ser o nosso guia naquela visita. De seguida, dirigimo-nos para a zona do pasto. Lá, vimos alguns animais a pastar: vacas, bois, burras, ovelhas… e o seu tratador que se chamava João. Em seguida eles tiraram uma vaca da corte e explicaram-nos que: as vacas são herbívoras ruminantes porque primeiro cortam a erva com os dentes e engolem-na, e depois é que a mastigam; que elas têm quatro patas (são quadrúpedes) e em cada pata têm dois cascos; têm quatro tetinhas; duas orelhas; e rabo que, quando o abanam, significa que estãocontentes ou estão a chutar algum inseto que as está a incomodar. Depois vimos uma ovelha. Ela tem quatro patas; quatro tetas; só tem dentes no maxilar inferior; o seu pêlo serve para fazer vestuário de lã. De seguida vimos uma burra. Esta tem: duas orelhas; também é ruminante; e se ela acasalar com um cavalo o seu filho é mula ou macho. Em seguida vimos uma pata. Ela tem penas; uma membrana interdigital; um bico … Esta visita foi muito educativa para os alunos pois ficamos a saber mais sobre estes animais. Turma do 5.º A
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Integrado nas atividades do Prosepe e do dia da Floresta Autóctone, o Clube Bugalho realizou, no passado dia 23 de novembro, o tradicional magusto e a Festa do Castanheiro.
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Nas atividades realizadas no âmbito da comemoração do Dia da Floresta Autóctone, todos colaboraram. Também a turma de alunos autistas, com a ajuda do professor Carlos Barros, plantou espécies da floresta nacional.
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A Floresta e seu uso múltiplo foi o tema da palestra realizada na escola por Carlos do Carmo, técnico florestal da Câmara Municipal de Esposende, no passado dia 30 de novembro. Duas turmas do oitavo ano e alguns professores puderam refletir sobre a importância da floresta. Esta iniciativa ocorreu no âmbito da comemoração do Dia da Floresta Autóctone.
O Dia da Floresta Autóctone, 23 de novembro, foi estabelecido para promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais. Como a participação e a colaboração de todos são muito importantes para que a nossa floresta esteja cada vez mais protegida, entre 21 de novembro e 2 de dezembro, as várias turmas da escola plantaram, no Jardim Autóctone, um dos espaços verdes da escola, várias espécies representativas da nossa floresta.




